Rádio Guaçu de Toledo

Exportações de carne suína cresceram 8,3% em abril

calendar_month 08/05/2026
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Exportações de carne suína cresceram 8,3% em abril

Crédito da imagem: Foto: José Fernando Ogura

As exportações brasileiras de carne suína, incluindo produtos in natura e processados, totalizaram 140 mil toneladas em abril, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa um crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 129,2 mil toneladas.

Os dados também mostram que a receita com as exportações alcançou US$ 328,2 milhões, resultado 8,8% superior ao registrado em abril de 2025, de US$ 301,5 milhões.

No acumulado do ano, os embarques brasileiros de carne suína chegaram a 532,2 mil toneladas, alta de 14,2% em comparação com o mesmo período de 2025, quando o volume somou 466 mil toneladas. Em receita, o crescimento acumulado foi de 14,1%, com US$ 1,244 bilhão entre janeiro e abril deste ano, frente aos US$ 1,090 bilhão registrados no primeiro quadrimestre do ano passado.

“O fluxo internacional da carne suína brasileira segue bastante positivo em 2026, especialmente em mercados da Ásia, que continuam ampliando sua demanda por proteína animal. Observamos um avanço importante em destinos de maior valor agregado, como o Japão, além da ampliação das Filipinas como principal mercado para o setor brasileiro”, avaliou, em nota, o presidente da associação, Ricardo Santin.

Principais destinos
As Filipinas seguem liderando o ranking dos principais destinos da carne suína brasileira, com 35,9 mil toneladas embarcadas, volume 20,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

Na sequência aparecem o Japão, com 16,6 mil toneladas exportadas e crescimento de 131,9% na comparação anual; a China, com 11,8 mil toneladas, registrando queda de 21,6%; o Chile, com 11,1 mil toneladas e alta de 22,8%; e Hong Kong, com 8 mil toneladas, resultado 34,3% inferior ao observado em abril de 2025.

Também se destacam o Vietnã, com 5,5 mil toneladas e avanço de 44,6%; a Argentina, com 5,3 mil toneladas e retração de 8,7%; Singapura, com 5,1 mil toneladas e queda de 24,3%; o Uruguai, com 4,6 mil toneladas e crescimento de 12,7%; e o México, com 4,4 mil toneladas, volume 40,3% menor em relação ao mesmo período do ano passado.

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