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Homem confessa ter matado mulher ao colocá-la amarrada ao lado de carro em chamas e é condenado a mais de 27 anos de prisão, no Paraná

calendar_month 05/05/2026
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Homem confessa ter matado mulher ao colocá-la amarrada ao lado de carro em chamas e é condenado a mais de 27 anos de prisão, no Paraná

Davisson de Almeida, de 51 anos, foi condenado a 27 anos e 9 meses de prisão pelo feminicídio de Franciele Bigarelli, em Rolândia, no Norte do Paraná. Ele foi submetido ao Tribunal do Júri e, durante o depoimento, confessou o crime.

Ele foi sentenciado por homicídio qualificado, com qualificadoras como motivo fútil, dissimulação e emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima, e feminicídio.

Na época do crime, Franciele foi encontrada amarrada ao lado de um carro em chamas. Ela teve 90% do corpo queimado, passou oito dias internada no Hospital Universitário de Londrina, mas não resistiu aos ferimentos.

Davisson estava preso preventivamente e voltou para a cadeia depois de receber a sentença na noite de quarta-feira (29). O advogado dele, Marcelo Jacomossi, informou que vai recorrer da decisão.

"Pedimos o decote/afastamento de algumas qualificadoras, o réu confessou a autoria delitiva e a semi-imputabilidade que alegamos não foi acolhida pelo conselho de sentença. A defesa irá recorrer, pois o magistrado além de cometer excessos na dosimetria da pena, não considerou a atenuante da confissão", informou o advogado.

Relembre o crime
Francieli foi encontrada amarrada ao lado de um carro pegando fogo, no dia 14 de fevereiro, em um estrada rural de Rolândia. Ela tinha 41 anos.

De acordo com Boletim de Ocorrência (B.O), a equipe policial avistou a vítima amarrada, com queimaduras e sangrando ao lado do veículo.

Davisson foi encontrado caído próximo ao local e teve 40% do corpo queimado. Ele também foi levado para o hospital, conforme a polícia.

Ele chegou a confessar aos policiais que amarrou Franciele e ateou fogo porque ela queria terminar o namoro.

Contudo, posteriormente, familiares da vítima disseram que eles eram primos e não tinham um relacionamento.

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INCÊNDIO PARANÁ ROLÂNDIA

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