As cotações do milho seguem firmes em boa parte das regiões brasileiras, sustentadas pela baixa liquidez no mercado físico. Na sexta-feira (10/7), o indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), baseado na região de Campinas (SP), registrou o preço médio de R$ 64,51 a saca de 60 quilos, uma alta de 1,46% desde o início de julho.
De acordo com o Cepea, enquanto vendedores priorizam atividades de campo, compradores permanecem retraídos, à espera do avanço da colheita da segunda safra e o consequente aumento da oferta. As altas nas cotações internacionais também dão suporte aos preços domésticos.
Segundo pesquisadores do Cepea, embora fossem esperados recuos nos preços para este período de colheita, as condições climáticas reduziram momentaneamente a oferta. A colheita, no entanto, segue em linha com o registrado no ano anterior, mas está inferior à média das últimas cinco safras. Além disso, as altas nos preços da soja também levaram parte dos agricultores a dar preferência aos negócios com a oleaginosa, e, assim, aguardam melhores momentos para as vendas do cereal.
Para as próximas semanas, as previsões de menor volume de chuvas no Sudeste e no Centro-Oeste devem permitir o avanço da colheita. Assim, produtores podem ter estimativas mais exatas sobre a produtividade, por conta do impacto das geadas no Paraná, da seca em Goiás ou dos efeitos das condições favoráveis ao desenvolvimento da safra em Mato Grosso.
Preço do milho segue firme no Brasil com baixa liquidez de negócios
calendar_month
13/07/2026
schedule
Leitura de 2 min
link
Fonte: Cepea
Crédito da imagem: Foto: Jonas Oliveira/SEAB
Recomendadas
Ver todas
13/07/2026
Vazão das Cataratas do Iguaçu atinge 4,9 milhões de litros
13/07/2026
Desfile Alegórico reunirá cerca de 1,5 mil participantes nas comemorações dos 66 anos de Marechal Rondon
13/07/2026
Aos 96 anos, funcionário número 1 completa 76 anos de carreira em empresa no interior de SP
13/07/2026