Entre as instituições que contribuíram para a elaboração estão o Sistema Fiep, FAEP/SENAR-PR, Fetranspar, Ocepar, Uopeccan, Femipa, CRM-PR, AMP, Feapaes-PR, POD, Agência de Desenvolvimento do Sudoeste e sindicatos rurais de diversas regiões do Estado.
No plano de governo de Moro, cada proposta técnica passou por uma curadoria de exequibilidade e orçamento antes de chegar à versão final. A intenção foi garantir que a participação popular resultasse em propostas que possam efetivamente ser executadas.
O processo foi coordenado pelo pré-candidato a vice-governador, Edson Vasconcelos. Para ele, o trabalho procurou unir a percepção da população à análise técnica necessária para transformar as demandas em ações de governo.
“O grande diferencial foi transformar a escuta em método. Cada contribuição foi analisada ponto a ponto. Ouvimos a população, reunimos especialistas e cruzamos as demandas com propostas técnicas para que o plano tivesse aderência real às prioridades de cada região”, afirmou Vasconcelos.
Um mapa das prioridades do Paraná
As 6.338 contribuições formaram uma base de dados que permitiu visualizar a concentração das principais demandas em diferentes regiões do Estado, funcionando como um “mapa de calor de expectativas”. O levantamento também foi cruzado com as propostas elaboradas pelos especialistas e com as contribuições das entidades.
“Não basta ouvir. É preciso respeitar quem foi ouvido e quem contribuiu, transformando essa participação em propostas que possam, de fato, ser cumpridas”, afirmou Moro.
O documento entregue ao TRE-PR consolida o trabalho desenvolvido nos últimos meses e passa a representar formalmente o conjunto de propostas que Moro apresenta para a administração estadual.
A metodologia pode ser conferida no site https://juntosparana399.com.br/planodegoverno.
O plano de governo de Moro em números
* 399 municípios — alcançados pelo processo de escuta em todas as regiões do Paraná.
* 6.338 sugestões populares — recebidas, analisadas e geolocalizadas para identificar as principais demandas da população.
* 100+ entidades — federações, associações, instituições e movimentos que enviaram documentos e propostas para contribuir com a elaboração do plano.
* 200+ especialistas — profissionais e técnicos de diferentes áreas e regiões que participaram da construção e análise das propostas.